Moreira Franco

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A crise econômica e institucional destrói o tecido social, levando à decadência. O Brasil de hoje: orçamento comandado pelo Congresso triplicou (@Estadao); Executivo pede CPI para fiscalizar a @petrobras; e Judiciário limita ICMS de Estados. A gente se acostuma, mas não devia.
Cássia Almeida revela hoje a decadência do país no @JornalOGlobo PIB recua a 2013, inflação remonta 2003, 13% ganham R$ 261 e, como em 1992, 33 milhões com fome Candidatos devem dizer como vão mudar isso. E como, sem agressões, vão ganhar a presidência, unir e pacificar o país
A desgastante alta dos combustíveis continua expondo a indecisão do governo entre enfrentar o problema ou dele tirar ganhos eleitorais. Enquanto predominarem bravatas, gritos apontando culpados e luta judicial, tudo piora. Já passou da hora de o governo definir uma solução!
A @simonetebetbr foi precisa ao considerar “blasfêmia e sacrilégio” o presidente dizer, rindo, que Jesus compraria pistola, se estivesse à venda É nova fala pro-violência “A paz esteja convosco” não se confunde com intolerância, morte e conflito O Brasil quer paz para crescer!
São 63 países com competitividade medida, revelando potencial de gerar emprego e renda O Brasil é 59º, à frente de Venezuela, Argentina, Mongólia e África do Sul Falta infraestrutura, segurança jurídica e qualificação Estamos em marcha à decadência. O desafio é reverter isso!
O @valoreconomico alerta que um terço do país que ganha R$1.212 já não compra uma cesta básica. O ano ainda está no meio, mas a inflação já comeu o aumento do salário mínimo. Assustado, o ministro da Economia pede o controle de preços. E agora, para onde vamos?
Face da pobreza atual revelada pelo @Poder360 : Preço do gás torna o uso da lenha como fonte de energia na cozinha o maior em 12 anos. A política econômica está empurrando o Brasil para trás. É hora de mudá-la!
Mais tragédia: 1.267.077 crianças sob trabalho infantil. Fora da escola e com futuro sombrio. Desde 2020 esse número cresceu 1/3. É crueldade. O país não merece isto. Precisamos viver com menos desigualdade e mais diferenças.
Tragédia: o brasileiro vive com a menor renda dos últimos 10 anos, mostra o @ibgecomunica . Em 2021 tivemos a pior queda da história: 7%. Entre os mais pobres, caiu quase pela metade. Chega, é hora de mudar esta política suicida!
O Pix foi mudança para o bem. Mas o governo já permite usá-lo para o mal! Parlamentares usam a Emenda Pix sem transparência e com foco em eleições, não no povo. Só em 2022 esse gasto cresceu 5 vezes. São R$ 3,3 bilhões. Esse Brasil que não cuida das pessoas tem que mudar.
Tragédia social! O governo cuida dos que mandam e descuida do povo. No @JornalOGlobo : 33,1 milhões passam fome no país. Cresceu 14 mi em pouco mais de 1 ano. Fome dobrou em famílias com menores de 10 anos: 9,4% em 20. O orçamento secreto nos obriga a esperar piores momentos!
Saudamos a liberdade de imprensa e toda sua diversidade de opiniões Nela ocorre o diálogo para construir um futuro com menos desigualdade e mais diferenças A imprensa estimula o contraditório, a divergência, a negociação e o entendimento sem censura Tem função pacificadora!
No fim do governo @MichelTemer, 30% trabalhavam por até 1 salário mínimo; hoje, 38%, 8,3 milhões a mais por queda da renda No Rio, @uerj_iesp mostra que crise e inflação preocupam mais Emprego, renda e preços são angústias local e nacional Agressões e violências não resolvem!
Inflação a 12%, com revisões para cima Somam-se mais incertezas: escassez de combustível, greve de caminhoneiros, falta de fertilizante, clima, recessão global. Todas ruins! E nesse cenário candidatos insistem em mobilizar o eleitor com agressões em vez de trazer saídas à crise
O PIB subiu 1% no trimestre, resultado da recuperação pós-pandemia. Já o investimento despencou 3,5%: falta de confiança no futuro e de política econômica coerente. Os candidatos devem parar com agressões e mostrar seus planos para o Brasil voltar a crescer de modo sustentável!
Considerar desemprego de 10,5% uma conquista é derrota social. E a queda de 7,9% da renda retrata o fracasso da política econômica atual. Já tivemos pleno emprego e previsibilidade no aumento do salário mínimo. Agressões não juntam pessoas, dividem. É hora de união para mudar!
A cultura perdeu vigor sem a presença de Milton Gonçalves. A política e a luta pela democracia também. No MDB, Milton participou conosco da redemocratização do país. No PMDB continuou sua luta tornando-se candidato ao governo do Rio. Um guerreiro que hoje fará falta !
🚨Um alerta no Datafolha: 56% dos brasileiros consideram os ataques governistas ameaças às eleições e à democracia Tais agressões não devem ser ignoradas, nem rechaçadas com insultos É hora de juntar os democratas, organizá-los e, sem violência, derrotar o arroubo autoritário
Na eleição do presidente da Colômbia, domingo, dominam radicalismo, denúncias de fraude, agressões e risco de ruptura Não podemos permitir esse clima aqui. É preciso um eleito que traga paz, emprego, renda e comida na mesa de todos Violência e intolerância não resolvem a fome!
Os números mostram, com mais força, a inflação fora de controle e sem rumo definido para combatê-la. Não adianta lero-lero. São urgentes medidas concretas para garantir poder de compra do real. Sofrem os mais pobres!
A política não comporta artificialidades. O sucessivo fim das campanhas presidenciais não as une, só reforça a polarização. Mais importante do que o nome, é o esforço de unir e pacificar o país. Só pelo diálogo encontraremos o caminho do desenvolvimento.
Oportuna e fundamentada a posição de @rodrigopacheco no @JornalOGlobo de hoje: liberdades democráticas garantem crescimento com igualdade de oportunidades Aflige que estejam ameaçadas por desarmonia e histrionismo entre Poderes Só com respeito à lei haverá paz e eleições limpas
Art 2 da Constituição: são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, Legislativo, Executivo e Judiciário Art. 3: é objetivo básico da República garantir o desenvolvimento nacional Não são praticados! Crescimento depende de harmonia política e institucional!
Já tivemos 2 longas experiências de ditadura. No Estado Novo, para retomar a democracia Getúlio trouxe até Prestes Em 84, PMDB e Tancredo pacificaram o país com anistia ampla e irrestrita Insistir em atacar pilares democráticos nos leva a rota sem retorno Chega de agressões!
Sem exibicionismo, o acordo @TSEjusbr e @telegram_br restabelece a competência das instituições e desanuvia o ambiente eleitoral ao limitar fake news. A demagogia barulhenta se combate sem gritaria, sem estrelismo, mas com atitudes legais. Não às agressões, sim às soluções!
A política é arte do encontro, reflexão e ação, disse ontem o @Pontifex_pt Favorável à pacificação, o papa vê no diálogo a construção de soluções Caso contrário, a política se torna confronto violento Não às agressões, sim às soluções vaticannews.va/pt/papa/news/2…
O debate eleitoral radicalizado é fósforo no querosene: espanta investimentos, gera desemprego e pobreza. As candidaturas que disputam a presidência devem dizer como retomarão o desenvolvimento sustentável. Chega de agressões, queremos soluções!
Combater a inflação deveria ser tema principal das campanhas presidenciais, mas não é A oposição disso não trata. E o governo usa fake news, como em 2021, quando previa queda dos índices A inflação só sobe e o poder de compra do povo cai Chega de agressões, queremos soluções!
Em 4 meses de 2022, o IPCA acumula 4,3%, já acima da meta do ano de 3,5% Trocas de insultos e ameaças pelas campanhas presidenciais não geram emprego ou renda e até pioram previsões O passado já nos ensinou: atalhos “criativos” não controlam preços. Faltam propostas realistas
A vida no Brasil está dura demais! Só 1 Estado do NE tem mais trabalhadores CLT que beneficiários do Auxílio Brasil. O mesmo no Norte. 17.500.000 famílias vivem com até R$ 105 por pessoa Os presidenciáveis seguem o "nós x eles" sem debater como ter emprego e renda Só piora!
Lula se elegeu em 2002 e 2006 falando em paz, harmonia e desigualdade. É positivo que volte a tais termos Ouvir palavras assim numa campanha de beligerância do nós X eles é alvissareiro para a democracia Condições para uma frente democrática e um país pacificado passam por aí
O avanço do período eleitoral indica disputa polarizada Lula X Bolsonaro Com apoiadores estimulados pelos candidatos a serem inimigos, em vez de adversários, cresce a intolerância A violência já é fato. Ela não constrói futuro, só piora Todo esforço de pacificação vale a pena!
A tecnologia transforma o ambiente de trabalho e impõe mudanças normativas permanentes Mas essas melhorias devem sempre garantir direitos e aumentar a produtividade, sem ideologia Daí a importância de pesquisas acadêmicas como essa de @Insper e @usponline para trazer os fatos
A beligerância do nós x eles estimula a crise, afasta soluções testadas e gera experiências como a “nova matriz econômica” Para gerar emprego e renda é mais ortodoxia e menos experimentos. Só o aumento da produtividade coloca arroz, feijão e carne na mesa de todos, a bom preço!
Faltam exatos 5 meses para o primeiro turno das eleições e a decisão do futuro presidente. A democracia está em questão. É necessária um ampla frente democrática para que a decisão pacifique a sociedade e o país volte a crescer.
Hoje é para festejar o trabalho, não para atos de intolerância e radicalismo. Adversários políticos colocados como inimigos são um ataque à democracia. É hora de paz, diálogo e respeito à divergência na busca por um caminho de emprego, renda e desenvolvimento. É hora de união!
Fica nítida a disputa eleitoral com possibilidade de definição no 1o turno. A dispersão da 3a via é real. Se nada ocorrer, o embate será Lula x Bolsonaro. É hora de os dois mostrarem seus programas para superar a crise e gerar emprego e renda para todos
A polarização eleitoral se consolida conforme encolhe o tempo para alternativas. Nesse cenário, os 2 candidatos devem apresentar proposta para superar a crise, sem jogadas acusatórias e inócuas Emprego em queda, inflação alta e renda caindo. A solução só vem com democracia e paz
Aprendi que na política soluções naturais superam problemas artificiais. A polarização é entre Bolsonaro x Lula. Sem fato novo, teremos eleito no 1o turno. E sem saber como gerar emprego e renda.
Teto de gasto não é dogma ideológico. É política fiscal anti-inflacionária por limitar despesa. O orçamento secreto, sem revogá-lo, derrubou o teto Governo, Congresso, Bacen e TCU podem ter projetos de investimento, com prazo definido, gerando emprego e renda. Com transparência!
Estatísticas mostram que já temos + atiradores, caçadores e colecionadores de armas que militares. Sem contar os que as usam no crime. O crescimento é estimulado pela nova legislação, que vai na contramão do que o país precisa: gerar empregos e renda. Para tal, é preciso de paz!
Bolsonaro avançou, falou com os convertidos e radicalizou o seu conflito com o Supremo, justo quando o Brasil precisa de paz para crescer
Eduardo Leite recuou, mas as candidaturas à presidência ainda estão em aberto.
Na política um passo atrás pode significar dois à frente logo depois. Recuar organizado é mais difícil do que avançar.
O passado do candidato tem que trazer a marca de realizações que projetem um futuro de esperança e paz para trabalhar
Candidatura a presidente não é ato de vontade pessoal, é construção coletiva que implica credibilidade no programa de governo e expectativa de mudança desejada
O desafio é permanente e a disposição de realizá-lo também. Tiradentes teria dito que, se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação. Pacificação na democracia é o caminho!
Os candidatos a presidente devem dizer como a inflação será contida. E como teremos emprego e renda novamente.
Pesquisas mostram as perdas impostas pela inflação: 2 a cada 3 brasileiros cortaram gastos nos últimos meses. Os pobres sofrem mais. É urgente frear os preços.
Até agora não há nome viável na 3a via. Chegar à presidência não é construção artificial e sim decisão partidária que acolha a história do candidato e a voz das ruas. Será q ainda pode vir?
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